Da Madorna para o Mundo, André Silva vestiu-se de Piruka para se tornar numa referência do hip hop nacional. Como o próprio nunca escondeu, Piruka nasceu num berço de ouro, mas as vicissitudes da vida fizeram-no conhecer e viver uma realidade mais crua e dura. Pode-se dizer que, com o tempo, o ouro virou lata e o rapaz da Madorna transformou essa lata numa platina bem reluzente. “O português que vale milhões”, como já se escreveu um dia a seu propósito, mudou o panorama da música portuguesa com a edição do disco “AClara”. E a partir daí tem batido números absolutamente impressionantes. Estamos a falar de um artista que tem mais de 220 milhões de visualizações/streams na globalidade das plataformas virtuais. Músicas como “Louco”, “Se Eu Não Acordar Amanhã”, “Salto Alto”, “Não Se Passa Nada”, “Os Meus Putos”, “Prova Dos 9”, “Impossíveis”, entre tantas outas, aparecem como autênticos hinos nas bocas dos seus fãs. Piruka tem recebido um incontável número de convites e o seu nome já chegou além-fronteiras, tendo recebido convites para participar em vários projetos fora de portas, nomeadamente no Brasil. Apesar do sucesso até ao momento, Piruka jamais se encontra acomodado, e aparece em 2020 mais empenhado do que nunca: o objetivo é continuar a bater recordes, mas, acima de tudo, comprometer-se ainda com os seus fiéis seguidores. Neste momento o rapper encontra-se a trabalhar no seu segundo álbum de originais. A saga de sucesso continua e temas como “Louco” (feat. Bluay com produção Rusty), “Impossíveis” (com produção de Tom Enzy) e “Até Já” (com produção de Lazuli), todos eles com milhões de visualizações no YouTube, aguçam o apetite para esse novo registo do rapper. Não faltam razões para querer estar na fila da frente do concerto de Piruka na próxima edição do Sumol Summer Fest – dia 2 de julho, no Palco Sumol .