Burna Boy é um dos nomes que mais vale a pena seguir de perto no atual panorama da música vocacionada para fazer dançar. Com a sua fusão de dancehall, reggae, afro-beat e pop, este jovem nigeriano não deixa ninguém indiferente. Damini Ogulu nasceu em Lagos em 1991. Não demorou muito até começar a fazer música, depois de descobrir o software FruityLoops. Tinha apenas dez anos de idade. Sem nunca deixar de fazer as suas batidas, Burna Boy chegou a viver em Londres, depois de se formar, mas voltou à Nigéria pouco tempo depois. E foi nessa altura que decidiu mergulhar na música do seu país, descobrindo as referências do seu pai e do seu avô – esse baú incluía muito reggae, dancehall e afro-beat nacional. Burna Boy é o resultado desse casamento entre a cultura do seu país e a inevitável cultura americana. Com a produção de LeriQ, Burna Boy lançou “Like To Party”, o seu primeiro sucesso. Pouco depois, em 2013, chegaria o seu primeiro disco: “L.I.F.E.”. Com as participações de Wizkid, Timaya, 2face e M.I., este primeiro registo recebeu a aclamação do público e da crítica especializada. Em 2015 lançou o seu segundo disco, “On a Spaceship”, também com produção de LeriQ, era ainda mais diverso, mostrando todo o talento de Burna Boy. Depois de uma série de singles de sucesso, como “GBA2, “Streets of Africa”, “Xoni Baje” ou “Sekkle Down”, o jovem compositor nigeriano editou o seu terceiro disco, “Outside”. E 2019 foi mais um ano em grande para Burna Boy. Depois de editar o seu quarto disco, “African Giant”, foi nomeado para um Grammy na categoria “Best World Album” e ainda levou para casa o prémio BET na categoria “Best International Act Award” e um prémio MTV na categoria “Best African Act”. Está visto que Burna Boy é um dos artistas do momento e o público português vai ter a sorte de poder vê-lo ao vivo no Sumol Summer Fest, no dia 2 de julho, no Palco Sumol.