O presente e o futuro da música de dança feita em Portugal está garantido graças a nomes como Noia. A jovem Francisca Cunha, Noia para o mundo da música, navega entre várias sonoridades clubbing: afrobeat, vogue, gqom, entre outros estilos. E é ainda uma das responsáveis pela XXIII, um coletivo de criativos fundado em 2015 juntamente com Torres. A XXIII promove uma cena musical suburbana com referências de géneros como o funk brasileiro, hip-hop, dancehall, gqom, vogue e hard drums – tudo em estreita colaboração com DJs, produtores, designers e fotógrafos.