O interesse pela música (e pelo hip hop, mais especificamente) foi uma constante ao longo da sua vida. Mal tinha entrado na adolescência e já estava a fazer as primeiras rimas. E cedo começou a colaborar com nomes como Regula, Xeg, Skunk, DJ Cruzfader, entre outros. O desfecho era previsível: desde 2016, Holly Hood é um dos nomes mais sonantes da cena hip hop nacional. Esse foi o ano do lançamento do seu primeiro tema a solo. “Qualquer Boda” agitou as águas, mas o melhor estava mesmo para vir. E os singles seguintes provavam isso mesmo. “Cobras e Ratazanas” e “Fácil” não deixavam grandes dúvidas quanto ao talento do rapper da linha da Azambuja. Estes eram os primeiros passos da trilogia “O Dread Que Matou Golias”. As reações foram imediatas e em pouco tempo Holly Hood já estava a atuar um pouco por todo o país. Nesses concertos o envolvimento era muito evidente, com os versos de Holly Hood a serem cantados em uníssono. “Sangue Ruim” é a segunda parte da trilogia. “Ignorante”, “Cala a Boca” e “Miúda” (um dos temas mais românticos, com vídeo realizado pelo próprio rapper e com mais de 5 milhões de visualizações) são os singles deste segundo disco, quase a ver a luz do dia. Esperam-se estas e outras novidades para o concerto marcado para o Sumol Summer Fest, no Palco Sumol. Holly Hood é um dos homens do momento na música portuguesa e certamente que vai ser recebido em êxtase pelo público presente na Ericeira, no dia 6 de julho.